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Curso Dislipidemia Ciclos Formativos - últimos dias!

Cursos a decorrer

Dislipidemia Ciclos Formativos

Gabriela Moura Plácido, João Padilla

Sabia que o valor recomendado de colesterol LDL pode ser diferente consoante o doente que entra na farmácia? E que o aconselhamento farmacêutico depende muito do risco cardiovascular de cada individuo? Se gostaria de aprender...

Alta Micronização - Doença venosa crónica e doença hemorroidária (até 22 de dezembro)

Gabriela Moura Plácido, João Padilla, Miguel Ponte

Quer saber mais sobre a Doença Venosa Crónica e a Doença Hemorroidária e como fazer o melhor aconselhamento farmacêutico possível nestas patologias? Não perca a nova formação, num formato disruptivo e dinâmico, que preparámos para si

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Alta Micronização - Doença venosa crónica e doença hemorroidária

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Hipertensão Arterial e Risco Cardiovascular

Se quer aprender mais sobre como intervir de modo pró-ativo na consciencialização e promoção da saúde cardiovascular, identificação de fatores de risco...

Doença Venosa Crónica & Doença Hemorroidária​

Gestão do Utente na Farmácia: se quer aprender mais sobre estas patologias e quais as melhores formas de gerir as emoções e os comportamentos mais difíceis dos seus utentes, este é o curso perfeito para si!

Dislipidemia

Dislipidemia, uma ameaça silenciosa. Com este curso, desenvolva as suas competências na gestão do doente crónico com dislipidemia.

Insuficiência Cardíaca​

Estima-se que a mortalidade por insuficiência cardíaca aumente 73% nos próximos 15 anos. Saiba mais sobre IC e como pode ter um papel mais ativo na gestão e acompanhamento destes doentes.

Doença Venosa Crónica & Doença Hemorroidária​

Estratégias de Comunicação na Farmácia: se quer comunicar de forma mais eficaz, ao balcão e no digital, temos o curso perfeito para si!

Hipertensão Arterial e Risco Cardiovascular

Conhecida por todos, mas desvalorizada por muitos: assim é a Hipertensão. Desenvolva as suas competências práticas na gestão diária de um doente hipertenso e adquira 1,58 CDP ao concluir este curso.

Nome:
Gisela Telmo Monteiro

Idade:
55 anos

Sexo:
Feminino

Emprego:
Advogada

Necessidades:
Condições de saúde crónicas

Literacia em saúde:
Média

Capacidade cognitiva:
Excelente

Habilidades de dispositivos móveis:
Boa

Gisela é uma advogada especializada em direito fiscal com 55 anos. Vive sozinha num apartamento na zona de Sintra, já que se divorciou há pouco mais de cinco anos e os seus dois filhos (22 e 25 anos) estão atualmente a estudar no estrangeiro.

Tem uma estatura física comum, medindo cerca de 1,65 m e pesa 72 kg (IMC 26,4 Kg/m2). Não tem hábitos regulares de prática de atividade física, porque não consegue conciliar com a sua agenda de trabalho e o seu regime alimentar é irregular.

Quando tem mais tempo, cozinha e é cuidadosa com a sua dieta, mas a maioria das vezes come fora de casa ou manda vir comida da restauração local, cedendo frequentemente aos prazeres da alimentação. Começou a fumar tardiamente, sendo que, neste momento, fuma cerca de 15-20 cigarros por dia.

LER SEQUENCIALMENTE ANTES DE AVANÇAR PARA OS EXERCÍCIOS

1. O que é importante para Gisela?

  • Manter a perspetiva de progressão na carreira.
  • Garantir a conclusão académica dos filhos no estrangeiro.
  • Garantir a assistência e apoio à mãe que está numa residência geriátrica.
  • Preservar o hábito de dois jantares mensais com o círculo de amigos (das poucas saídas que faz).

2. Rotina diária

  • A sua rotina diária é muito agitada e varia essencialmente entre casa e escritório. Trabalha cerca de 10 a 12 horas por dia.
  • Geralmente, ao sábado de manhã faz compras para abastecer a casa e à tarde gosta de ficar no sofá a ver séries ou a ler.
  • Ao domingo de manhã tem por hábito tratar de si (ex. ir ao cabeleireiro, manicure, massagem). À tarde, visita a mãe e faz sempre uma videochamada com os filhos para pôr a conversa em dia.

3. Preocupações pessoais

  • Ter os filhos longe e não poder dar o apoio presencial nas suas jornadas.
  • Garantir a estabilidade financeira na fase mais tardia da vida, para não depender nem dar trabalho aos filhos.
  • A transformação do seu corpo. Embora não tenha ganho muito peso, aumentou significativamente o volume corporal, sobretudo na zona abdominal.

4. Condições de saúde

  • Entrou, há cerca de 2 anos, na menopausa.
  • Tem HTA diagnosticada há 4 anos, que refere dever-se à agitação e ansiedade constante em que vive.
  • Apesar de algumas descompensações pontuais, tem a pressão arterial relativamente controlada, desde que o medico lhe prescreveu um medicamento, há 3 anos

5. Acompanhamento médico

  • Não tem médico atribuído no SNS, mas tem seguro de saúde, sendo seguida anualmente pelo medico assistente no privado.
  • Devido à pandemia de COVID-19, já há 2 anos que não vai a uma consulta médica.

6. Terapêutica farmacológica

  • Loftazepato de etilo 2 mg em SOS.
  • Melatonina 1mg 2 cp à noite.
  • Perindopril + amlodipina 5/10 mg 1x/dia.
  • Suplemento multivitamínico 1x/dia.

7. Recursos e suporte

  • Não tem problemas financeiros.
  • Neste momento, é autossuficiente.

8. Necessidades

  • Gisela sente que devia e reduzir a intensidade no trabalho e o stress associado, mas acha que não consegue devido à possibilidade de progressão na carreira.

9. Antecedentes familiares

  • O pai teve um enfarte agudo do miocárdio (EAM) aos 65 anos, e morreu aos 72 anos de enfarte fulminante.
  • A mãe teve diagnóstico de doença de Parkinson aos 73 anos.
  • O irmão mais velho (60 anos), sofreu um EAM não fatal há 2 anos e o irmão mais novo (47 anos) foi recentemente diagnosticado com diabetes.

Nome:
Jacinto Serrador

Idade:
65 anos

Sexo:
Masculino

Emprego:
Carpinteiro

Necessidades:
Condições de saúde crónicas

Literacia em saúde:
Baixa

Capacidade cognitiva:
Média

Habilidades de dispositivos móveis:
Básica

Jacinto Serrador é um homem de 65 anos que vive numa pequena moradia com a sua esposa, Bárbara, que é técnica auxiliar de diagnóstico e terapêutica no hospital local. Têm três filhos já adultos e independentes. Jacinto gere uma modesta carpintaria, um negócio familiar, que herdou do seu pai.

Jacinto é um homem alto (178 m) e possante, que deixou de fumar há cerca de dois anos e, na sua opinião, essa é a razão pela qual aumentou de peso. Confessa que ter a “boca ocupada” foi o hábito que encontrou para fazer face à dificuldade de parar de fumar, mas refere, com orgulho, que não precisou de ajuda. Não faz exercício físico porque se cansa rapidamente e tem medo que o coração e os pulmões não aguentem. Em relação à sua alimentação, Jacinto assume não gostar de comer peixe porque “não o alimenta”.

Consciente dos riscos que o marido corre, Bárbara está constantemente a alertá-lo para a importância ter cuidado e adotar um estilo de vida mais saudável. No entanto, Jacinto argumenta que sai de casa quase todos os fins de semana e que considera que para a idade que tem “está muito bem”, até porque não tem dores nem sente limitações para trabalhar

LER SEQUENCIALMENTE ANTES DE AVANÇAR PARA OS EXERCÍCIOS

1. O que é importante para Jacinto?

  • Ter trabalho para poder continuar a ajudar os seus filhos a estabelecerem-se na vida.
  • Aproveitar bem tempo de vida que lhe resta. É por isso que faz passeios de mota com o seu grupo de amigos quase todos os fins de semana.

2. Rotina diária

  • Jacinto trabalha diariamente na carpintaria, sem rotinas fixas, estando sempre atento em dar resposta aos pedidos dos clientes e à gestão de prazos de entrega dos trabalhos.
  • Apesar de morar ao lado da carpintaria, geralmente almoça com os colegas, pois não gosta de estar à mesa sozinho.
  • Quando sai do trabalho, sente-se sempre tão cansado, que logo após o banho, fica a descansar no sofá até à hora do jantar. Depois vê mais um bocadinho de televisão e até se deitar.

3. Preocupações pessoais

  • Preocupa-se com a estabilidade financeira da empresa, pois investiu recentemente num novo equipamento que ainda está a pagar.
  • Preocupa-se com o facto de estar a chegar à idade da reforma e o sistema social nacional não lhe conseguir garantir um valor adequado

4. Condições de saúde

  • Hipercolesterolémia
  • Psoríase, localizada na zona dos cotovelos.

5. Acompanhamento médico

  • Não tem consulta regular com o médico de família, pois não sente necessidade de acompanhamento médico frequente.
  • As últimas análises laboratoriais que fez foram antes da pandemia por COVID-19.
  • Tem acesso facilitado à renovação do receituário, porque a sua esposa consegue pedir as receitas no hospital.

6. Terapêutica farmacológica

  • Atorvastatina 10 mg 1x/dia, à noite.
  • Betametasona + calcipotriol (espuma cutânea), aplicação pontual quando sente necessidade.

7. Recursos e suporte

  • Os custos associados às consultas médicas são cobertos pelo Sistema Nacional de Saúde (SNS) mas não tem capacidade financeira para custear consultas privada

8. Necessidades

  • Jacinto sente-se satisfeito e realizado com a sua vida neste momento, não sentindo necessidade de alterações.

9. Antecedentes familiares

  • O pai tinha hipercolesterolemia e HTA. Faleceu aos 89 anos vítima de um atropelamento fatal.
  • A mãe foi uma mulher saudável até aos 55 anos, altura em que foi diagnosticado cancro da mama. Faleceu vítima de doença prolongada aos 60 anos.